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Evento: 'Um escritor apresenta-se… Camilo Mortágua - «Tem Coisas, Ti Manel, Tem Coisas, Tem Coisas dum Outro '

Apresentação de livros
Data: Friday, 21 De April De 2017 às 21:30
Contacto - Info:
256 607 177
Email: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar activado para que possa visualizar o endereço de email

Local: Biblioteca Municipal Ferreira de Castro
Destinatários/as: Público em geral

Descrição:
Sob a temática “Um escritor apresenta-se…” na qual se pretende dar a conhecer escritores/as, as suas obras e a evolução das suas escritas, o escritor Camilo Mortágua vai apresentar o seu novo livro «Tem Coisas, Ti Manel, Tem Coisas, Tem Coisas dum Outro Mundo… Criaram uma Geringonça e Ela Ainda Não Foi ao Fundo!».
A apresentação da obra estará a cargo do Professor Mário Rui Lopes.

Sinopse do livro: A Geringonça e a Cooperação Conflitual... O que era ontem a luta pelo direito à representação, a luta pelo direito a escolhermos os nossos representantes, tem de ser hoje a luta pelo direito à participação, a luta por uma democracia cada dia mais participada...

Biografia de Camilo Mortágua:

Nasceu a 29 de Janeiro de 1934 no lugar de Lousas, freguesia de Ul, concelho de Oliveira de Azeméis. Recorda-se das "viagens" que fazia na canastra de levar o pão aconchegado entre brancos panos de linho. Em Salreu, para onde foi viver por volta dos três anos de idade, não lhe escapou o facto do Dr. Oliveira e Silva, médico da terra, ter sido levado de madrugada por "uns senhores todos vestidos de preto e gabardina". Ouvia dizer que isso acontecia às pessoas que pensavam pela sua própria cabeça. Recorda-se ainda de um clima conspirativo, em função de atividades clandestinas, de onde partia o grão para os moinhos de Ul. Em 1946 vai viver para Lisboa. A grande recordação da chegada à capital foi uma desilusão. As más condições da casa, num pátio ao Alto Pina onde moravam os pais, não tinha água corrente, sem luz e esgotos. Durante a maior parte do tempo que viveu em Lisboa, e dada a doença do pai, tinha como missão distribuir pão. Começava às quatro horas da manhã a carregar os pesados 60 Kg de pão para começar as entregas. Depois veio a doença, meningite, penicilina em doses cavalares. E foi ali que aprendeu a paixão pela Liberdade e o sentimento que a única solução era partir. Aconteceu em 7 de Maio de 1951. Uma viagem que demorou vinte e um dias. Caracas, Venezuela. Dezassete anos de idade. De 1934 até ao tempo presente, passando pelos tempos de Guerra e Paz, com paragens exaltantes de entrega e dádiva de vida à loucura de a poder viver em Liberdade! "Primeiro de Maio de 1974, estação maior deste meu percurso, momento da chegada sonhada, orgasmo de todos os sentidos, oásis saciador de sofridas sedes, por vezes de esperanças libertadas". 


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