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Evento: 'Apresentação do livro “Os Caminhos que Calcorreei para Chegar à Verdade” de Luís Barbosa'

Apresentação de livros
Data: Saturday, 21 De February De 2026 às 15:00
Duração: 1 Hora 30 Minutos
Contacto - Info:
256 607 177
Email: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar activado para que possa visualizar o endereço de email

Dia: 21 fevereiro 2026 | Horário: 15h00
Local: Biblioteca Municipal Ferreira de Castro
Destinatários/as: público em geral

Descrição:
A Biblioteca Municipal Ferreira de Castro promove, no dia 21 de fevereiro 2026, pelas 15h00, a apresentação do livro “Os Caminhos que Calcorreei para Chegar à Verdade” de Luís Barbosa.
A entrada é livre e limitada à lotação da sala.

 

Sinopse do livro:
Este livro de poemas leva-nos a uma viagem silenciosa, cósmica da mente, onde cada Eu, dos imensuráveis Eus, que educamos e vivenciamos, através de imensas vidas existenciais que se entrelaçam nas névoas dos tempos.

 

O mesmo espírito que se reparte em muitos corpos, através dos séculos e milénios, procurando sentido para a sua existência, no eco silencioso das lembranças e estigmas das vidas existenciais do passado. Cada verso é um sussurro de alguém entre a dor silenciosa da depressão e da alienação mental, na luta pela sobrevivência, fugindo à tentação do suicídio.

Somos feitos de Luz e Inteligência, oriundos da noite longínqua dos tempos, sopro de vida que teve um princípio sem fim, através da meditação assumiremos consciência que o momento presente é o mais importante.

Em versos densos e delicados o poeta sonda o silencio da alma no meio da gritaria do mundo, o mistério do que parece ser um vazio interior, está preenchidíssimo com Deus, a pureza e a beleza da vida pela eternidade.

Biografia de Luís Barbosa:
Nasceu em Irivo concelho de Penafiel em 23 de junho de 1950. Casado. Empresário ainda no ativo.

Frequentou o seminário dos Missionários da Consolata.

Em fevereiro de 1968 embarcou voluntariamente para Luanda Angola, onde trabalhou de dia e estudou de noite.

Cumpriu o serviço militar obrigatório, em Cabinda no norte de Angola.

Findou o serviço militar e regressou a Portugal, em junho de 1974, deixando uma proposta altamente remunerada numa grande empresa em Luanda, sabendo que Angola iria ser palco de guerra civil.

O acordeão, a viola sempre presente como os melhores amigos. Continuou a ser um compositor nato com poemas musicados, originaram a formação de dois grupos musicais com canções inéditas, desta motivação musical nasceu a intuição e a criatividade para a grande diversidade de poemas e prosas.

Trocou os palcos da ribalta, para com altruísmo orientar, ensinar e ajudar pessoas combalidas pelo sofrimento da dor depressiva, até aos tempos atuais.

A sua profunda reflexão: "Mais do que títulos académicos, propriedades e muito dinheiro, procura aprender na universidade da vida, ciente das suas limitações, com dois principais professores: 1.º – Os erros e as imperfeições e 2.º – Com as intuições na interação mental com as Inteligências Superiores.” 


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